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quarta-feira, 3 de julho de 2013

Os Benefícios do Suco Verde

















Os Benefícios da Suco Verde

Nutricionista explica os benefícios de cada ingrediente do suco verde apreciado pelas celebridades, o suco verde é famoso por conter propriedades antioxidantes benéficas ao organismo. Ajuda a diminuir a ação dos radicais livres e a liberar as toxinas, que muitas vezes são acumuladas pela alimentação inadequada, estresse, poluição etc.

Conforme a nutricionista Ana Carolina Bragança, da Clínica Nutrissoma, a bebida é utilizada nas dietas de desintoxicação, que têm a finalidade de promover a renovação do funcionamento fisiológico do aparelho digestivo, aumentando a vitalidade e a energia, melhorando a circulação, reforçando as defesas do organismo, retardando o envelhecimento e auxiliando na perda de peso.

O suco verde pode ser feito a partir de combinações específicas de frutas ricas em antioxidantes, alimentos termogênicos, vegetais verdes com propriedades diuréticas, fibras e alimentos com excelentes fontes sais minerais. Para o efeito de emagrecimento, a ingestão  precisa ser associada a uma alimentação saudável e exercícios físicos.

Receitas:
SUCO VERDE 1
1 copo de água de côco
(eu também substituo por água mineral)
2 talos de aipo
2 folhas de couve
1 ma
çã com casca
1 punhado de hortelã
1 punhado de salsinha
1 pedaço de gengibre a gosto
1 pedaço de pimenta vermelha
1 colher de chia
1 colher de linhaça dourada
1 colher de óleo de côco
Modo de preparo
Bata tudo no liquidificador e sirva acompanhado de alguns cubos de gelo.
Dica: se você optar por não comer mais nada no café da manhã, adicione duas colher de aveia (carboidrato).

SUCO VERDE 2
1 copo de água de côco OU leite de soja zero
2 folhas de couve
1 laranja OU um pedaço de mamão
1 pedaço de gengibre a gosto
1 colher de chia
1 colher de linhaça dourada
1 colher de óleo de côco
Modo de preparo
Bata tudo no liquidificador e sirva acompanhado de alguns cubos de gelo.




Beijos
Profª Ana Lúcia

terça-feira, 25 de junho de 2013

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Atividades para Alfabetização

Olá pessoal,

Encontrei esse blog com atividades para alfabetização, sabemos que temos em nossas escolas muitos alunos vivendo essa realidade!!! E esse realmente, é um problema da sociedade atual, em que alunos estão seguindo em sua escolaridade e uma grande parcela desses alunos chegam ao 6º ano (5ª série) sem estarem alfabetizados.

http://matosmedeiros.blogspot.com.br

Vale a pena visitar!!!

Beijos
Profª Ana Lúcia

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Depoimento de Leitura e Escrita - Cléo Costa

Depoimento de Leitura e Escrita
Sempre fui muito solitária quando criança, sou a caçula de três irmãs e um irmão, minha mãe deu a luz quando já tinha seus 43 anos, não brinquei muito com ela, e não me lembro também de ter experiências lúdicas com meu pai e meus irmãos, pois trabalhavam na roça, e a diferença de idade entre mim e minha irmã anterior são de 6 anos...
Fui direto para o ensino fundamental, não passei pela educação infantil, e acho até que isso contribuiu para minha dificuldade em ser alfabetizada. Creio que minha experiência de leitura começou com a cartilha, chamada  Caminho Suave, a professora era muito brava, mas também carinhosa em alguns momentos, só que não retomava as lições.
Estávamos na lição do TAPETE, ta, te , ti , to , tu...e eu nada, nem tapete tinha em minha casa.
Aquele livro, assim como eu o chamava, me deixava nervosa, muito mesmo, e ao mesmo tempo triste e desanimada.  Queria muito conseguir vencê-lo, na verdade foi com muita luta e paciência,  que minha irmã mais velha Maria Selma, conseguiu me fazer entender os sons daquelas letras, nossa que difícil...
Quando consegui entender, era mês de junho já... parecia que renasci, tinha uma vontade imensa de ir para a escola, pois consegui ler, e fazia de tudo para acompanhar meus amigos, não tinha mais timidez, não tinha medo, estava segura, me sentia assim poderosa, e tudo o que a professora me pedia para ler, eu lia. Ela ficou extasiada com aquilo, acho que não colocava fé em mim.
A minha heroína mesmo, foi minha irmã, jamais, e nunca me esqueço daquela cena, ela cansada de tanto  trabalhar; era doméstica,  e ainda ficava comigo ali, fazendo eu entender a pronúncia de cada som.
Depois encontrei, já anos depois, não me lembro ao certo quando exatamente, mas encontrei a Pollyana Menina, e que ainda irei reler, e ali com  a Poly, eu ri, chorei, sofri e cresci, ela foi minha companheira, e sempre falo dela até hoje para meus alunos. E sempre tirava algo de muito bom desse livro, pois tudo que era  difícil para uma criança ela superava, sempre muito pra cima, entusiasmada com a vida e diante de suas lutas, que não foram facéis; principalmente a perda de seu querido avô, por exemplo.
Essa leitura inesquecível me fez abrir para vida, eu me identificava com ela, tentava aprender com ela, era como se ela fosse minha amiga invisível.

Profª Cléo Costa


Situação de Aprendizagem - Cléo Costa

Situação de Aprendizagem

Texto: Pausa (Moacyr Scliar)
1. Ativação de conhecimento de mundo; antecipação ou predição; checagem de hipóteses:
Apresentar o título no primeiro momento. Perguntar se conheceram Moacyr Scliar, sugerir comentários a respeito das “Aventuras de Pi na direção de  ANG Lee”, relacionar esse filme a sua obra , Max e os felinos, se eles têm conhecimento que é bem parecido, e lhes contar sobre isso.
Levantar hipóteses a partir do título, o que os alunos entendem como “Pausa”.
Perguntar logo após  se se lembram de outro título assim, um filme, um livro,  depois de já terem feito, observar o entendimento da palavra “pausa”,  sugerir que cada um argumente se já deu um pausa, pausa em que, quando, como, com quem?
2. Localização de informações; comparação de informações; generalizações:
Apresentar o texto fragmentado, alguns alunos com uma parte do texto, eu começo a leitura (professora), paro e pergunto a um aluno que não tem em mãos o trecho para leitura sobre seu entendimento, em seguida um aluno tenta encaixar próximo parágrafo e começa sua leitura. Ao terminar esse aluno escolhe um colega para um breve comentário a respeito, como por exemplo, por que Samuel também se chamava Isidoro?  Porque ao seguir para o hotel  os guindastes, as barcaças estavam atracadas, e ao voltar do hotel  os guindastes estavam recortando o céu avermelhado? O que sugere um homem ser jovem e com fronte calva? Quem seria o índio do sonho da personagem na vida real?
3. Produção de inferências locais e globais
Porque seguir para um hotel?  Um hotel sujo, observar que antes de se deitar passa a mão sobre os lençóis, às cortinas estavam esfarrapadas... como parecia ser sua casa com relação ao hotel, o que sugere sair de um local confortável, organizado para ir a esse hotel, estava talvez fugindo, fugindo de que? Para que?
4. Recuperação do contexto de produção
Falar sobre as características do gênero crônicas, se essa narrativa fosse um conto como ficaria o início do primeiro parágrafo?
Fazer a leitura de um conto e trabalhar suas semelhanças.
5. Percepção das relações de intertextualidade, percepção das relações de interdiscursividade.
Filme: Click
Música: Paciência – Lenine
6. Percepção de outras linguagens, elaboração de apreciações  estéticas.
Cada aluno na sua vez comenta se já deu uma pausa, sozinho, acompanhado, se ainda não se tem necessidade disso ou vontade?
Pedir aos alunos que redijam um final para essa crônica... e depois cada um apresente sua leitura.
Para iniciar o estudo do gênero crônica depois que todos leram suas produções, ler  para sala a “Última Crônica de Fernando Sabino”  levantar comentários sobre o circunstancial, o irrisório, o cotidiano, a história curta com poucos personagens, às vezes utilizando se de apelidos para esses, um toque de humor .
Então pedir para que façam um levantamento de quais características do primeiro texto encontramos no segundo...
OBS: vale comentar que essa S.A de aprendizagem coloquei em prática, para o 2º ano A, minha turma... todos se envolveram, comentaram, e demonstraram interesse em finalizar o texto de outra maneira...atividade que deu certo, testada.

Profª Cléo

domingo, 16 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem - Cleide

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM












Crônica "Avestruz" de Mário Prata

Público Alvo: 6º ano


Antes da Leitura

Desenvolvimento das Habilidades de Leitura

Ativação do conhecimento prévio
Antes da leitura do texto propriamente dito, serão feitas perguntas sobre o assunto, visando garantir a socialização de conhecimentos:
a) Você conhece um avestruz?

b) Alguém já viu?

c) Como você imagina que seja?

d) Sabe como é?

e) Descreva como é.

Antecipação ou predição de conteúdos ou propriedades do texto - Levantamento de hipóteses

1. Apresentação do título:

a) Apresente o título do texto AVESTRUZ , peça aos alunos que anotem a opinião deles a cerca desse título para conferi-la após ouvirem a crônica;
b) Por meio de perguntas, explore um pouco esse título: Esse texto desperta sua atenção? Sim ou não? O que ele sugere? Pelo título, dá para imaginar o assunto da crônica? Você pode imaginar o cenário?

2. Informações sobre o autor do texto.









Durante a  Leitura

Checagem de hipóteses
1ª Leitura feita pelo professor (texto impresso ou crônica digitada e apresentada no data show).                                                         

OBS.: Durante a leitura da crônica o professor deve ir retomando as hipóteses (antecipações) levantadas para verificar se elas foram ou não confirmadas.

Localização de informações
Aqui o professor pode solicitar que, durante a leitura, os alunos utilizem “procedimentos tais como sublinhar, copiar, iluminar informações relevantes para buscar passagens essenciais e abandonar informações periféricas”. Desse modo, é possível que os alunos localizem:
a) Vocabulário referente ao Avestruz;

b) Descrição e hábitos da ave.


Comparação de informações
Durante a leitura do texto, algumas perguntas ou discussões coletivas podem estimular o aluno a comparar/contrastar informações presentes no próprio texto.
1. Ter um avestruz como um animal de estimação?: sim ou não?

2. Que animais são indicados para se ter como estimação?

3. Quais animais podem viver dentro de apartamento?


Produção de inferências.

Deve-se levar o aluno a deduzir o sentido das palavras ou siglas desconhecidas (StruthioCamelusAustralis, TPM, abominável, atrofiadas, Floripa, Higienópolis etc).
OBS.: Pode-se construir com os alunos o hipertexto destas palavras.

DEPOIS DA LEITURA

Generalização:

1. O que o autor pretendeu com esse texto? Ter um avestruz como bicho de estimação: sim ou não?

2. Qual é a posição que o autor defende? E quais são os elementos que provam a sua posição?


Desenvolvimento das Capacidades de Apreciação e réplica do leitor em relação ao texto (interpretação, interação)

Recuperação do contexto de produção:
a) Autor;

b) Lugar social que ocupa;

c) Esfera social em que o texto circula;

d) Veículo em que é divulgado;

e) Momento histórico em que foi produzido;

f) Intenções comunicativas do autor;

g) Leitores presumidos.


Percepção de relações de intertextualidade: 
Nesse momento o leitor estabelece relações com o que está lendo e o que já leu, ouviu, conversou, assistiu, por meio de comentários, perguntas, retomadas, solicitação de pesquisas etc.
OBS.: Nesse momento poderá apresentar o material que pesquisou: links, imagens, poemas, música, propaganda, reportagem em vídeo, livro.

O Avestruz
O galo cantou
A ovelha despertou
E estava com fome!
O avestruz esperto
Papou tudo que
havia por perto.
Comeu melancia
Feijão e ervilha
Tomate, capim
E a boneca da menina.
O galo brigou
A menina chorou
O avestruz esperto,
Da confusão escapou.


Livro: O Avestruz Valente - (Editora Difusora)










Percepção das relações de interdiscursividade

Ironia: “... E fiquei a observar a ave. Se é que podemos chamar aquilo de ave... Na hora de criar a avestruz, Deus devia estar muito cansado e cometeu alguns erros... Colocou um pescoço que não tem absolutamente nada a ver com o corpo... Uma avestruz com TPM  é perigosíssima”.

Curiosidade: Por que o avestruz enfia a cabeça no buraco?
Não passa de lenda a história de que os avestruzes enfiam a cabeça no buraco quando estão com medo. "Na verdade, eles encostam o pescoço e a cabeça no chão, mas não chegam a metê-la em buracos", diz o empresário Fernando Antonio Carlini, que tem uma fazenda de criação de avestruzes em Piedade, interior de São Paulo. 
Ao pôr a cabeça no chão, o animal escuta melhor a aproximação de algum inimigo. 
Ao mesmo tempo, arruma uma boa camuflagem, pois deixa à mostra apenas a parte do corpo coberta de penas, o que, de longe, pode parecer um arbusto para um predador. O avestruz (Struthio camelus) é a maior ave existente no planeta, podendo atingir 2,5 metros de altura e mais de 150 quilos de peso.
Ele também é considerado um dos animais mais resistentes, já que pode ficar até oito dias sem beber uma gota de’água. Na África, de onde são originários, vivem em grupos compostos por cinco a 50 indivíduos e, quando se sentem ameaçados, podem correr a uma velocidade de 65 km/h. Desde o final dos anos 90, o avestruz passou a ser criado para fins comerciais no Brasil. Sua carne é famosa pelo baixo teor de gordura. 












Abraços
Profª Cleide

Perfil: Clarinda

     Sou professora da rede Estadual desde 1986. Hoje atuo na EE Wanda Costa Daher, tenho um filho, Víctor. Nas horas livres gosto de viajar, tanto conhecer lugares físicos, quanto voar pela imaginação no contexto de um bom livro.
Profª Clarinda





Depoimento - Clarinda

     Doces lembranças

Meus pais


      Quando eu era pequena meu pai trabalhava num depósito de papelão e trazia revistas de fotonovelas preto e branco: Capitão América e exemplares de Seleções
( cada semana era uma história diferente). Como minha mãe não sabia ler, lia para ela em voz alta. Assim começou meu gosto pela leitura, mas o prazer maior foi ver minha mãe lendo e tendo sido alfabetizada por mim.  Ainda me emociono ao lembrar a primeira vez que ela escreveu o próprio nome.


Profª Clarinda

Situação de Aprendizagem - Clarinda

 TEXTO “MEU PRIMEIRO BEIJO”, ANTONIO BARRETO


Antes da leitura

Mostrar algumas imagens relacionadas ao tema do texto
Levantar hipóteses sobre o título do texto:
Qual será o assunto tratado?
Quem serão os personagens? Como são?
O que pode acontecer com eles?

Durante a leitura

Leitura pelo professor e alunos.
Localizar as palavras desconhecidas e esclarecer as dúvidas (uso do dicionário)
Breve pesquisa sobre o autor e suas obras.
Propor questões de interpretação do texto.

Depois da leitura

Propor a audição da música “Beija eu” (Marisa Monte) e relacionar o tema da letra da música com o texto.
Propor uma produção escrita aos alunos “História do primeiro beijo”

Produzir um desenho ou colagem com o tema abordado.


Profª Clarinda

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem - Ana Lúcia

Grupo 1 – Turma 3
Avestruz  – Mário Prata
Antes do Texto:

1ª Parte - Conhecimento de Mundo, antecipação e checagem.

- Perguntar se conhecem a ave;

- Verificar o vocabulário;

- Verificar o habitat;

- Pesquisar as curiosidades;





- Oralmente fazer a antecipação da história;

- Checar as hipóteses.

2ª Parte - Informação, comparação e generalização.

- Localizar o nome científico da ave no texto;

- Fazer comparação com outras aves;



- Localizar as características físicas da ave no final do texto (pelo fato dela 

comer de tudo);


Durante o Texto:

3ª Parte - Produção de inferências locais e globais.

- Local – vocábulo desconhecido e seu sentido figurado;

- Global – informações implícitas (a ave come de tudo).

4ª Parte - Recuperação do contexto, definição de finalidades e metas.

- A localização é urbana ou não;

- Trabalhar a interdisciplinaridade com as informações obtidas através da ave;

- Não podemos ter tudo o que queremos.

Depois do Texto:

5ª Parte - Percepção das relações intertextualidade e interdiscursividade.

- Intertextualidade – música

- Música: Avestruz

- Intérpretes: Dé Di Paula e Zé Henrique

...Neste negócio de comprar este bichinho,
Fiquei falando sozinho e agora o que fazer,
Comeu o carro, foi também a camioneta,
Só não foi a bicicleta pois não consegui vender,
Era feliz e vivia controlado,
Com a família do lado não devia pra ninguém,
Na quebradeira que esse bicho me deixou,
Minha mulher me abandonou e meus amigos tamém,
To apertado igual um pinto no ovo,
Este bicho é um estorvo, nem me fale nesse trem,
Avestruz hoje eu to enrolado,
Avestruz que bichinho esfomeado,
Avestruz come terra e come gado,
Avestruz realmente to quebrado...

- Interdiscursividade – discurso dentro do texto

(paródia, ironia, biologia, humor).

6ª Parte - Percepção de outras linguagens, elaboração de apreciações estética/afetiva, elaboração de apreciação relativas a valores éticos/políticos.

- Mostrar outras linguagens – imagens, sons;

- Verificar apreciação estética – fazer inferências se gostaram ou não do texto;

- Verificar apreciação ética – apresentar valores da cidadania.



Abraços

Profª Ana Lúcia