O que o ser humano é capaz de criar, juntos a arte da dança e o desenho!!!! Fantástico!!!
Este blog foi criado como parte integrante do Curso: Melhor Gestão, Melhor Ensino da SEE/SP - Formação de Professores de Língua Portuguesa. Seu objetivo é: a interação entre os professores, e o uso das novas tecnologias no contexto escolar, bem como outros assuntos e temas pertinentes ao nosso cotidiano.
terça-feira, 25 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Atividades para Alfabetização
Olá pessoal,
Encontrei esse blog com atividades para alfabetização, sabemos que temos em nossas escolas muitos alunos vivendo essa realidade!!! E esse realmente, é um problema da sociedade atual, em que alunos estão seguindo em sua escolaridade e uma grande parcela desses alunos chegam ao 6º ano (5ª série) sem estarem alfabetizados.
http://matosmedeiros.blogspot.com.br
Vale a pena visitar!!!
Beijos
Profª Ana Lúcia
Encontrei esse blog com atividades para alfabetização, sabemos que temos em nossas escolas muitos alunos vivendo essa realidade!!! E esse realmente, é um problema da sociedade atual, em que alunos estão seguindo em sua escolaridade e uma grande parcela desses alunos chegam ao 6º ano (5ª série) sem estarem alfabetizados.
http://matosmedeiros.blogspot.com.br
Vale a pena visitar!!!
Beijos
Profª Ana Lúcia
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Depoimento de Leitura e Escrita - Cléo Costa
Depoimento
de Leitura e Escrita
Sempre
fui muito solitária quando criança, sou a caçula de três irmãs e um irmão,
minha mãe deu a luz quando já tinha seus 43 anos, não brinquei muito com ela, e
não me lembro também de ter experiências lúdicas com meu pai e meus irmãos, pois trabalhavam na roça, e a diferença de idade entre mim e minha irmã anterior são
de 6 anos...
Fui
direto para o ensino fundamental, não passei pela educação infantil, e acho até que
isso contribuiu para minha dificuldade em ser alfabetizada. Creio que minha
experiência de leitura começou com a cartilha, chamada Caminho Suave, a
professora era muito brava, mas também carinhosa em alguns momentos, só que não
retomava as lições.
Estávamos
na lição do TAPETE, ta, te , ti , to , tu...e eu nada, nem tapete tinha em
minha casa.
Aquele
livro, assim como eu o chamava, me deixava nervosa, muito mesmo, e ao mesmo tempo
triste e desanimada. Queria muito conseguir vencê-lo, na verdade foi
com muita luta e paciência, que minha irmã mais velha Maria Selma, conseguiu
me fazer entender os sons daquelas letras, nossa que difícil...
Quando
consegui entender, era mês de junho já... parecia que renasci, tinha uma vontade
imensa de ir para a escola, pois consegui ler, e fazia de tudo para acompanhar
meus amigos, não tinha mais timidez, não tinha medo, estava segura, me sentia
assim poderosa, e tudo o que a professora me pedia para ler, eu lia. Ela
ficou extasiada com aquilo, acho que não colocava fé em mim.
A minha heroína mesmo, foi minha irmã, jamais, e nunca me esqueço daquela cena, ela cansada de tanto
trabalhar; era doméstica, e ainda ficava comigo ali, fazendo eu entender
a pronúncia de cada som.
Depois
encontrei, já anos depois, não me lembro ao certo quando exatamente, mas
encontrei a Pollyana Menina, e que ainda irei reler, e ali com a Poly, eu ri,
chorei, sofri e cresci, ela foi minha companheira, e sempre falo dela até hoje para
meus alunos. E sempre tirava algo de muito bom desse livro, pois tudo que era difícil para
uma criança ela superava, sempre muito pra cima, entusiasmada com a vida e diante de suas
lutas, que não foram facéis; principalmente a perda de seu querido avô, por exemplo.
Essa leitura inesquecível me fez abrir para vida,
eu me identificava com ela, tentava aprender com ela, era como se ela fosse
minha amiga invisível.
Profª
Cléo Costa
Situação de Aprendizagem - Cléo Costa
Situação de Aprendizagem
Texto: Pausa (Moacyr Scliar)
1.
Ativação de conhecimento de mundo; antecipação ou predição; checagem de
hipóteses:
Apresentar o título no primeiro
momento. Perguntar se conheceram Moacyr Scliar, sugerir comentários a respeito
das “Aventuras de Pi na direção de ANG Lee”, relacionar esse filme a sua
obra , Max e os felinos, se eles têm conhecimento que é bem parecido, e lhes
contar sobre isso.
Levantar hipóteses a partir do
título, o que os alunos entendem como “Pausa”.
Perguntar logo após se se
lembram de outro título assim, um filme, um livro, depois de já terem
feito, observar o entendimento da palavra “pausa”, sugerir que cada um
argumente se já deu um pausa, pausa em que, quando, como, com quem?
2.
Localização de informações; comparação de informações; generalizações:
Apresentar o texto fragmentado,
alguns alunos com uma parte do texto, eu começo a leitura (professora), paro e
pergunto a um aluno que não tem em mãos o trecho para leitura sobre seu
entendimento, em seguida um aluno tenta encaixar próximo parágrafo e começa sua
leitura. Ao terminar esse aluno escolhe um colega para um breve comentário a
respeito, como por exemplo, por que Samuel também se chamava Isidoro?
Porque ao seguir para o hotel os guindastes, as barcaças estavam
atracadas, e ao voltar do hotel os guindastes estavam recortando o céu
avermelhado? O que sugere um homem ser jovem e com fronte calva? Quem seria o
índio do sonho da personagem na vida real?
3.
Produção de inferências locais e globais
Porque seguir para um hotel?
Um hotel sujo, observar que antes de se deitar passa a mão sobre os
lençóis, às cortinas estavam esfarrapadas... como parecia ser sua casa com
relação ao hotel, o que sugere sair de um local confortável, organizado para ir
a esse hotel, estava talvez fugindo, fugindo de que? Para que?
4.
Recuperação do contexto de produção
Falar sobre as características
do gênero crônicas, se essa narrativa fosse um conto como ficaria o início do
primeiro parágrafo?
Fazer a leitura de um conto e
trabalhar suas semelhanças.
5.
Percepção das relações de intertextualidade, percepção das relações de
interdiscursividade.
Filme: Click
Música: Paciência – Lenine
6.
Percepção de outras linguagens, elaboração de apreciações estéticas.
Cada aluno na sua vez comenta
se já deu uma pausa, sozinho, acompanhado, se ainda não se tem necessidade
disso ou vontade?
Pedir aos alunos que redijam um
final para essa crônica... e depois cada um apresente sua leitura.
Para iniciar o estudo do gênero
crônica depois que todos leram suas produções, ler para sala a “Última
Crônica de Fernando Sabino” levantar comentários sobre o circunstancial,
o irrisório, o cotidiano, a história curta com poucos personagens, às vezes
utilizando se de apelidos para esses, um toque de humor .
Então pedir para que façam um
levantamento de quais características do primeiro texto encontramos no
segundo...
OBS: vale comentar que essa S.A
de aprendizagem coloquei em prática, para o 2º ano A, minha turma... todos se
envolveram, comentaram, e demonstraram interesse em finalizar o texto de outra
maneira...atividade que deu certo, testada.
Profª Cléo
domingo, 16 de junho de 2013
Situação de Aprendizagem - Cleide
SITUAÇÃO
DE APRENDIZAGEM
Crônica
"Avestruz" de Mário Prata
Público Alvo: 6º ano
Antes da Leitura
Desenvolvimento das Habilidades de
Leitura
Ativação
do conhecimento prévio
Antes da leitura do texto
propriamente dito, serão feitas perguntas sobre o assunto, visando
garantir a socialização de conhecimentos:
a) Você conhece um avestruz?
b) Alguém já viu?
c) Como você imagina que seja?
d) Sabe como é?
e) Descreva como é.
Antecipação
ou predição de conteúdos ou propriedades do texto - Levantamento
de hipóteses
1. Apresentação do
título:
a) Apresente o título do texto
AVESTRUZ , peça aos alunos que anotem a opinião deles a cerca desse título
para conferi-la após ouvirem a crônica;
b) Por meio de perguntas, explore um
pouco esse título: Esse texto desperta sua atenção? Sim ou não? O que ele
sugere? Pelo título, dá para imaginar o assunto da crônica? Você
pode imaginar o cenário?
2. Informações
sobre o autor do texto.
Durante a Leitura
Checagem
de hipóteses
1ª Leitura feita pelo professor (texto
impresso ou crônica digitada e apresentada no data show).
OBS.: Durante a leitura da crônica o
professor deve ir retomando as hipóteses (antecipações) levantadas para
verificar se elas foram ou não confirmadas.
Localização
de informações:
Aqui o professor pode solicitar que,
durante a leitura, os alunos utilizem “procedimentos tais como sublinhar,
copiar, iluminar informações relevantes para buscar passagens
essenciais e abandonar informações periféricas”. Desse modo, é possível
que os alunos localizem:
a) Vocabulário
referente ao Avestruz;
b) Descrição e
hábitos da ave.
Comparação de informações:
Durante a leitura do texto, algumas
perguntas ou discussões coletivas podem estimular o aluno a
comparar/contrastar informações presentes no próprio texto.
1. Ter um avestruz como um animal de
estimação?: sim ou não?
2. Que animais são indicados para se
ter como estimação?
3. Quais animais podem viver dentro
de apartamento?
Produção
de inferências.
Deve-se levar o aluno a deduzir o
sentido das palavras ou siglas desconhecidas (StruthioCamelusAustralis,
TPM, abominável, atrofiadas, Floripa, Higienópolis etc).
OBS.: Pode-se construir com os
alunos o hipertexto destas palavras.
DEPOIS DA LEITURA
Generalização:
1. O que o autor pretendeu com esse
texto? Ter um avestruz como bicho de estimação: sim ou não?
2. Qual é a posição que o autor
defende? E quais são os elementos que provam a sua posição?
Desenvolvimento
das Capacidades de Apreciação e réplica do leitor em relação ao texto
(interpretação, interação)
Recuperação
do contexto de produção:
a) Autor;
b) Lugar social que ocupa;
c) Esfera social em que o texto
circula;
d) Veículo em que é divulgado;
e) Momento histórico em que foi
produzido;
f) Intenções comunicativas do autor;
g) Leitores presumidos.
Percepção
de relações de intertextualidade:
Nesse momento o leitor estabelece
relações com o que está lendo e o que já leu, ouviu, conversou, assistiu,
por meio de comentários, perguntas, retomadas, solicitação de pesquisas
etc.
OBS.: Nesse momento poderá
apresentar o material que pesquisou: links, imagens, poemas, música,
propaganda, reportagem em vídeo, livro.
O Avestruz
O galo
cantou
A ovelha
despertou
E estava
com fome!
O avestruz
esperto
Papou tudo
que
havia por
perto.
Comeu
melancia
Feijão e
ervilha
Tomate,
capim
E a boneca
da menina.
O galo
brigou
A menina
chorou
O avestruz
esperto,
Da
confusão escapou.
Livro: O Avestruz Valente - (Editora Difusora)
Percepção
das relações de interdiscursividade
Ironia: “... E fiquei a observar a ave. Se
é que podemos chamar aquilo de ave... Na hora de criar a avestruz, Deus
devia estar muito cansado e cometeu alguns erros... Colocou um pescoço
que não tem absolutamente nada a ver com o corpo... Uma avestruz com
TPM é perigosíssima”.
Curiosidade: Por que o avestruz enfia a cabeça no
buraco?
Não passa de lenda
a história de que os avestruzes enfiam a cabeça no buraco quando estão com
medo. "Na verdade, eles encostam o pescoço e a cabeça no chão, mas
não chegam a metê-la em buracos", diz o empresário Fernando Antonio
Carlini, que tem uma fazenda de criação de avestruzes em Piedade, interior
de São Paulo.
Ao pôr a cabeça no
chão, o animal escuta melhor a aproximação de algum inimigo.
Ao mesmo tempo,
arruma uma boa camuflagem, pois deixa à mostra apenas a parte do corpo
coberta de penas, o que, de longe, pode parecer um arbusto para um predador.
O avestruz (Struthio camelus) é a maior ave existente no planeta, podendo atingir
2,5 metros de altura e mais de 150 quilos de peso.
Ele também é considerado um dos
animais mais resistentes, já que pode ficar até oito dias sem beber uma
gota deágua. Na África, de onde são originários, vivem em grupos compostos por cinco a 50
indivíduos e, quando se sentem ameaçados, podem correr a uma velocidade de
65 km/h. Desde o final dos anos 90, o avestruz passou a ser criado para
fins comerciais no Brasil. Sua carne é famosa pelo baixo teor de gordura.
Abraços
Profª Cleide
Perfil: Clarinda
Sou professora da rede Estadual desde 1986. Hoje atuo na EE Wanda Costa Daher, tenho um filho, Víctor. Nas horas livres gosto de viajar, tanto conhecer lugares físicos, quanto voar pela imaginação no contexto de um bom livro.
Depoimento - Clarinda
Doces lembranças
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| Meus pais |
Quando eu era pequena meu pai trabalhava
num depósito de papelão e trazia revistas de fotonovelas preto e branco: Capitão América e exemplares de Seleções
( cada semana era uma história diferente). Como minha mãe não sabia ler, lia para ela em voz alta. Assim começou meu gosto pela leitura, mas o prazer maior foi ver minha mãe lendo e tendo sido alfabetizada por mim. Ainda me emociono ao lembrar a primeira vez que ela escreveu o próprio nome.
( cada semana era uma história diferente). Como minha mãe não sabia ler, lia para ela em voz alta. Assim começou meu gosto pela leitura, mas o prazer maior foi ver minha mãe lendo e tendo sido alfabetizada por mim. Ainda me emociono ao lembrar a primeira vez que ela escreveu o próprio nome.
Profª Clarinda
Situação de Aprendizagem - Clarinda
TEXTO “MEU PRIMEIRO BEIJO”, ANTONIO BARRETO
Antes
da leitura
Mostrar algumas
imagens relacionadas ao tema do texto
Levantar hipóteses
sobre o título do texto:
Qual será o assunto
tratado?
Quem serão os
personagens? Como são?
O que pode acontecer
com eles?
Durante a leitura
Leitura pelo
professor e alunos.
Localizar as palavras
desconhecidas e esclarecer as dúvidas (uso do dicionário)
Breve pesquisa sobre o autor e suas obras.
Breve pesquisa sobre o autor e suas obras.
Propor questões de
interpretação do texto.
Depois da leitura
Propor a audição da
música “Beija eu” (Marisa Monte) e relacionar o tema da letra da música com o
texto.
Propor uma produção
escrita aos alunos “História do primeiro beijo”
Produzir um desenho
ou colagem com o tema abordado.
Profª Clarinda
Profª Clarinda
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Situação de Aprendizagem - Ana Lúcia
Grupo 1 – Turma 3
Avestruz – Mário Prata
Antes do Texto:
1ª Parte - Conhecimento de Mundo, antecipação e checagem.
- Perguntar se conhecem a ave;
- Verificar o vocabulário;
- Verificar o habitat;
- Pesquisar as curiosidades;
- Checar as hipóteses.
2ª Parte - Informação, comparação e generalização.
- Localizar o nome científico da ave no texto;
- Fazer comparação com outras aves;
- Localizar as características físicas da ave no
final do texto (pelo fato dela
comer de tudo);
Durante o Texto:
3ª Parte - Produção de inferências locais e globais.
- Local – vocábulo
desconhecido e seu sentido figurado;
- Global – informações
implícitas (a ave come de tudo).
4ª Parte - Recuperação do contexto, definição de finalidades
e metas.
- A localização é urbana
ou não;
- Trabalhar a
interdisciplinaridade com as informações obtidas através da ave;
- Não podemos ter tudo o
que queremos.
Depois do Texto:
5ª Parte - Percepção das relações intertextualidade e interdiscursividade.
- Intertextualidade – música
- Música: Avestruz
-
Intérpretes: Dé Di Paula e Zé Henrique
...Neste
negócio de comprar este bichinho,
Fiquei
falando sozinho e agora o que fazer,
Comeu
o carro, foi também a camioneta,
Só
não foi a bicicleta pois não consegui vender,
Era
feliz e vivia controlado,
Com
a família do lado não devia pra ninguém,
Na
quebradeira que esse bicho me deixou,
Minha
mulher me abandonou e meus amigos tamém,
To
apertado igual um pinto no ovo,
Este
bicho é um estorvo, nem me fale nesse trem,
Avestruz
hoje eu to enrolado,
Avestruz
que bichinho esfomeado,
Avestruz
come terra e come gado,
Avestruz
realmente to quebrado...
- Interdiscursividade – discurso dentro do texto
(paródia, ironia, biologia,
humor).
6ª Parte - Percepção de outras linguagens, elaboração de
apreciações estética/afetiva, elaboração de apreciação relativas a valores
éticos/políticos.
- Mostrar outras
linguagens – imagens, sons;
- Verificar apreciação
estética – fazer inferências se gostaram ou não do texto;
- Verificar apreciação
ética – apresentar valores da cidadania.
Abraços
Profª Ana Lúcia
quinta-feira, 6 de junho de 2013
A Maçã - Raul Seixas
Encontrei esse vídeo e achei uma graça, por sua simplicidade, então, resolvi publicá-lo.
Profª Ana Lúcia
Profª Ana Lúcia
Marisa Monte - Gentileza (Video Clip)
É sempre bom ouvir Marisa Monte, ainda mais quando o clip presta uma homenagem a uma pessoa simples, como o Gentileza (morador de rua).
Profª Ana Lúcia
Profª Ana Lúcia
Pensamento de François Rabelais
Um pensamento muito interessante sobre como fazer as coisas sem arrependimentos.
"Conheço muitos que não puderam quando deviam, porque não quiseram quando podiam."
François Rabelais
A gente quer, deve e pode!
Profª Ana Lúcia
Grupos e Blog's
Todos os participantes do curso com seus respectivos endereços de blog.
GRUPO 1
Ana Lúcia Garcia de Paula
Ana Paula Alves
Clarinda Benedita Correa Maluza
Cleide Alves Lourencon
Cleonice Eugênio Costa
GRUPO 2
Edeméia Aparecida Pereira
Eliane Paneto Rosa
Eva Maria Silva Santos
Fernanda Mariane Cleto
Fernando Silveira Moraes
GRUPO 3
Ivanil Maria Paes Rio Branco
Juliana Aparecida da Cruz Paulo
Lilian Cardoso Almeida
Lourdes Barbosa Ramos
Luciana Sala
GRUPO 4
Lucimara Vilas Boas
Maicon Alison Silva
Márcia Aguiar Hergesel
Márcia Milano Silva
Márcia Regina Palhas
GRUPO 5
Márcia Yung dos Passos
Maria Aparecida Batista da Silva
Maria Benedita Paes de Almeida
Maria do Carmo dos Santos
Maria Leila de Lima
GRUPO 6
Maria Poliana do Amaral Zansavio
Maria Sílvia Vannucchi de Carvalho
Marlene Aparecida Ramos
Marlete dos Reis Asperti Pereira
Marta Aparecida Salles Ribeiro
GRUPO 7
Renata Barbosa de Oliveira
Roberta Luise Mantovani Colaco
Rodnei Junior Vieira
Roserley Aparecida Lepamara Romão
Sílvia Regina Castro Franco de Almeida
GRUPO 8
Sueli Correa Leite Bueno
Telma Veiga Vieira
Thais Fernanda de Andrade
Vanessa Bonrruque Groxco
Vanessa Ribeiro
Profª Ana Lúcia
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